Nutrição Clínica e Funcional - Atendimento em Maringá (3024-2781) e Marialva (3232-3651)
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Deficiência de vitaminas e minerais
Pele, cabelos, unhas e lábios são partes do corpo que costumam receber mais atenção e cuidados de beleza. Uma boa aparência, no entanto, não depende apenas do creme ideal, de uma maquiagem bem feita ou de uma rotina no salão de beleza. A alimentação influencia na saúde e no aspecto do corpo, pois dela vem os nutrientes necessários ao funcionamento do organismo.
Na tabela* a seguir, observe alguns sinais e sintomas na pele, cabelos, unhas e boca, que podem ser decorrentes da falta de vitaminas e minerais no organismo. Lembre-se de que qualquer diagnóstico deve ser realizado por um médico especializado, assim como a indicação de mudanças na alimentação e a necessidade de suplementação vitamínica.
Pele
Pele que se fere facilmente - Deficiência de vitaminas C e K.
Pequenas manchas vermelhas ou roxas - Deficiência de vitamina C.
Cicatrização difícil de feridas - Vitaminas A, C e E/Mineral zinco.
Pele seca com descamação ou dermatite - Vitaminas A, B2, B6, B12, biotina, ácido fólico, niacina/Mineral Zinco.
Pele pálida - Vitaminas A, B2, B12, Mineral Ferro.
Cabelo e unhas
Perda de cabelo - Vitaminas biotina e D/Mineral zinco.
Cabelos fracos e sem brilho - Vitaminas B12 e biotina.
Cabelos opacos ou oleosos - Vitamina B2.
Unhas côncava, rachadas ou quebradiças - Vitamina B2/Mineral ferro.
Boca
Lábios secos e rachados; inflamação na boca - Vitaminas B2, B6, ácido fólico e niacina.
Rachadura nos cantos da boca - Vitaminas B2, B6, ácido fólico, niacina/Mineral ferro.
Dor ou sangramento das gengivas - Vitaminas B2, C e K.
Dor e inflamação da língua - Vitaminas B2, B6, B12, ácido fólico e niacina.
Cáries dentárias - Mineral flúor.
Fonte: Guia Veja de Medicina e Saúde; v. 16 / Guia de Alimentação Saudável II
Evellen Lima - Nutricionista - CRN8 6802 (contato: 3228-2781)
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Você sabe o que são alimentos funcionais?
Alimentos funcionais são aqueles alimentos que contêm substâncias ou nutrientes que forneça beneficio à saúde, seja como prevenção ou tratamento de doenças.
De maneira geral, os alimentos funcionais são considerados promotores de saúde e podem estar associados com a diminuição dos riscos de algumas doenças crônicas.
Como isso pode ocorrer?
Isso ocorre porque em sua composição são encontrados compostos bioativos, capazes de atuar como moduladores dos processos metabólicos, prevenindo o surgimento precoce de doenças degenerativas. Dessa forma, está cada vez mais claro, que existe uma relação entre os alimentos que consumimos e nossa saúde.
Abaixo, estão descritos alguns exemplos de compostos presentes nos alimentos funcionais e seus respectivos benefícios à saúde.
Betacaroteno:
O que faz: Ajuda a diminuir o risco de câncer.
Onde encontrar: Abóbora, cenoura, mamão, manga, damasco, espinafre, couve e outros.
Licopeno:
O que faz: Está relacionado a diminuição do risco de câncer de próstata.
Onde encontrar: Tomate, pimentão vermelho, goiaba e outros.
Flavonóides:
O que faz: Diminuem o risco de câncer, de doenças cardiovasculares e atuam como antiinflamatórios.
Onde encontrar: Suco natural de uva e vinho tinto, além de alimentos como chá verde, chocolate amargo e própolis.
Isoflavonas:
O que fazem: Contribuem para a redução do risco de doenças cardiovasculares e dos níveis de colesterol sanguíneo, e também amenizam os sintomas da menopausa.
Onde encontrar: Soja e seus derivados.
Fibras:
O que fazem: Reduzem o risco de câncer no intestino e os níveis de colesterol sanguíneo.
Onde encontrar: Cereais integrais, frutas, verduras e legumes.
Ômega-3:
O que fazem: Está relacionado a diminuição dos níveis de colesterol sanguíneo e reduzem os riscos de doenças cardiovasculares.
Onde encontrar: Peixes de água fria, como salmão e truta, e óleo de peixes.
Pró-bióticos:
O que fazem: São microorganismos vivos que ajudam no equilíbrio da flora intestinal e inibem o crescimento de microrganismos patogênicos.
Onde encontrar: Iogurtes e leites fermentados.
Precisamos ter em mente que a alimentação normal deve ser quantitativamente suficiente, qualitativamente completa, além de harmoniosa em seus componentes e adequada à sua finalidade e ao organismo a que se destina, para que se possa obter saúde e conseqüentemente qualidade de vida.
Evellen Lima – Nutricionista – CRN8 6802 – Pós-Graduanda em Nutrição Clínica e Funcional.
domingo, 13 de junho de 2010
Mitos da Nutrição transmitidos de geração em geração
As especialistas em Nutrição Wendy Repovich e Janet Peterson, membros do American College of Sports Medicine, relacionaram os dez maiores mitos relacionados à Nutrição. Alguns são conselhos transmitidos de geração em geração. Confira:
1. Diabetes tipo 2 pode ser prevenido ingerindo alimentos de baixo índice glicêmico.
Altos níveis de glicose não são o que causa diabetes. A doença é causada pela resistência do corpo à insulina. Alimentos com alto índice glicêmico podem causar picos no nível de glicose, mas isso é apenas um indicador de diabetes, não a raiz do problema.
2. Comer imediatamente após o trabalho muscular impulsiona a recuperação.
Atletas de resistência (endurance) precisam ingerir carboidratos imediatamente após o exercício para repor os níveis de glicogênio, e uma pequena quantidade de proteína para acentuar essa reposição. A proteína nesse momento não irá ajudar a construir músculos, então, para atletas de força (trabalho anaeróbico), não é preciso comer imediatamente após o treino.
3. Pessoas com síndrome do intestino irritável devem evitar comer fibras.
Há dois tipos de fibras, solúveis e insolúveis. Apenas esta última pode ser fonte de problemas. As fibras solúveis, no entanto, encontradas na maioria dos grãos, são absorvidas mais facilmente pelo corpo e podem ajudar as pessoas com a síndrome a prevenir constipações.
4. Ingerir porções extras de proteína é necessário para ganhar massa muscular.
A menos que o corredor faça um treino significativo com peso, a proteína extra não terá nenhum efeito. Mesmo uma exigência maior do nutriente em função do treino pode ser suprida facilmente pela alimentação rica em outros nutrientes além da proteína.
5. Suplementos vitamínicos são necessários para todo mundo.
Com uma alimentação variada em frutas, vegetais e grãos integrais, quantidades moderadas de proteína magra e quantidade adequada de calorias, não há por que tomar suplementação. Os suplementos vitamínicos são recomendados para pessoas com distúrbios nutricionais.
6. Evitar álcool.
Moderação é a chave. Todo álcool é um anticoagulante, e o vinho tinto contém antioxidantes benéficos para a saúde.
7. Comer ovos eleva o colesterol.
O mito surgiu porque a gema tem a maior concentração de colesterol do que qualquer outro alimento. Porém, não é suficiente para colocar a saúde em risco se houver moderação no consumo.
8. Grãos marrons são de produtos integrais.
Corantes e aditivos marrons podem dar aos alimentos a aparência de serem integrais. Ler os rótulos é boa dica para se certificar. Ingerir cerca de 90 gramas por dia de grãos ajuda a reduzir o risco de doenças do coração e diabetes.
9. Beber oito copos de água por dia.
É preciso repor o líquido perdido a cada dia, durante a respiração, a excreção e no suor, mas isso não significa beber dois litros de água. É difícil medir a quantidade exata de água ingerida em bebidas e na alimentação. Um indicativo é a urina. Se estiver amarelo escuro, beba mais água.
10. Comer carboidrato engorda.
Cortar os carboidratos da dieta pode ter um benefício de redução de peso no curto prazo, devido à perda de líquido, mas comer carboidrato com moderação não ocasiona um ganho de peso diretamente. O corpo usa carboidrato como fonte de energia.
sábado, 15 de maio de 2010
O conhecimento da relação da alimentação com o bem-estar físico e o pleno desenvolvimento mental e emocional já existia desde os tempo antigos. Infelizmente, foram episódios de doenças e epidemias que revelaram a importância de uma dieta completa, diversificada e harmônica.
Atualmente, as doenças crônicas representam a principal causa de mortalidade e incapacidade no mundo inteiro, principalmente doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, câncer e doenças respiratórias. Gradativamente, o problema afeta as populações dos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Isso é reflexo das grandes mudanças que vêm ocorrendo no estilo de vida das pessoas no mundo, sobretudo nos hábitos alimentares e nos níveis de atividade física. A nova rotina adotada pelas pessoas é fruto dos processos de industrialização, urbanização, desenvolvimento econômico e crescente globalização do mercado de alimentos.
É cientificamente comprovado que a mudança nos hábitos alimentares e nos padrões dos níveis de atividade física pode influenciar fortemente vários fatores de risco na população, como obesidade, hipertensão arterial, hipercolesterolemai, alteração nos níveis de glicose sanguínea, entre outros.
O que se percebe é que a dieta consumida está produzindo uma série de desequilíbrios nutricionais: consumo excessivo de gorduras saturadas e trans, alta ingestão de sódio e baixo consumo de potássio, consumo excessivo de calorias, diminuição da ingestão de alimentos ricos em carboidratos complexos e em fibras, elevado consumo de açúcares refinados e deficiência seletiva de algumas vitaminas e minerais, conjuntamente com o excesso de consumo de bebidas, principalmente bebidas alcoólicas.
A alimentação rica em frutas e verduras é essencial, assim como a prática de atividades físicas diárias são fundamentais para a saúde, pois ambos os fatores podem controlar e reduzir a pressão arterial, diminuir o percentual de gordura e melhorar o metabolismo da glicose, entre muitos outros benefícios.
As frutas e verduras são essenciais para uma alimentação saudável. Estudos afirmam que estes alimentos podem ajudar a prevenir patologias importantes, como as doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer, principalmente do trato digestivo. A baixa ingestão de frutas e verduras causa 19% do câncer gastrointestinal, 31% das cardiopatias isquêmicas e 11% dos acidentes vasculares cerebrais. Cerca de 2,7 milhões de óbitos podem ser atribuídos à baixa ingestão desses alimentos.
Diversos mecanismos podem mediar esses efeitos protetores, envolvendo antioxidantes e micronutrientes, como os carotenóides, vitamina C, ácido fólico, fibras e substâncias fotoquímicas, presentes nos alimentos funcionais. Os principais componentes desses alimentos que contribuem na prevenção das doenças cardiovasculares são as isoflavonas (soja), as lignanas e o ômega-3 (contidos nas sementes de linhaça), as beta-glucanas (aveia), a gordura monoinsaturada e os agentes fenólicos (do azeite de oliva) e o resveratol (oleaginosas, uva e vinho tinto). Estas e outras substâncias bloqueiam ou suprimem a ação dos agentes cancerígenos, e como antioxidantes, evitam danos causados pela oxidação do DNA.
Abaixo, estão descritos alguns exemplos de compostos presentes nos alimentos funcionais e seus respectivos benefícios à saúde.
Licopeno
Betacaroteno
Flavonóides
Antioxidantes que diminuem o risco de câncer e de doenças cardiovasculares
Vinho tinto, suco natural de uva
Isoflavonas
Redução dos níveis de colesterol sanguíneo e do risco de doenças cardiovasculares
Fibras
Ácido graxo ômega
Pró-bióticos
quarta-feira, 17 de março de 2010
A importância da nutrição
Qual o segredo para ter uma vida longa e com saúde?
E o que são nutrientes e para que servem? Os carboidratos fornecem a energia necessária para que você realize as atividades do dia-a-dia. As proteínas atuam na reestruturação de células e tecidos, crescimento e manutenção do esqueleto e síntese de enzimas e hormônios. E os lípideos são o transporte das vitaminas lipossolúveis, A, D e K e também fornecem energia. As vitaminas e os minerais são substâncias reguladoras, desempenham papel importante no bom funcionamento de intestino, contribuem na formação de ossos, dentes, cartilagens e no processo de absorção do organismo.
Infância A infância é a fase inicial onde ocorre a formação e crescimento. A alimentação nessa etapa é essencial para um crescimento e desenvolvimento adequados. Nesta fase é importante respeitar horários e refeições a serem realizadas. A criança deve comer cereais, verduras, legumes, carnes, leguminosas e frutas. Os pais não devem estimular o consumo de guloseimas e alimentos de baixo valor nutricional. Lembre-se que os filhos são o reflexo dos pais, e isso ocorre também na alimentação. Adolescência Os adolescentes geralmente comem muitos lanches, sem verduras e ricos em gordura. O consumo de frituras, doces e refrigerantes pode ocorrer em excesso. Estes e outros maus hábitos alimentares são freqüentes nesta fase. Por isso é muito importante estimular uma alimentação saudável diariamente e explicar porque há esta necessidade. Além de ter uma alimentação equilibrada, com o consumo de todos os grupos alimentares, podemos enfatizar o consumo de cálcio, mineral importante para a formação do esqueleto, o ferro para o desenvolvimento muscular, esquelético e endócrino e o zinco, contribuindo para o crescimento e a maturação sexual do adolescente. Adultos Idoso Nesta fase, a alimentação além de nutrir, poderá tratar determinadas doenças e proteger o organismo. Devem ser levados em conta alguns fatores, como: estado de saúde físico, mental e emocional, hábitos alimentares anteriores, alterações na capacidade de mastigar, deglutir, digerir e absorver os alimentos, etc. Pode acontecer também uma redução no paladar e do olfato. Conforme a pessoa vai envelhecendo, as suas necessidades de energia vão diminuindo, porém, por outro lado, a necessidade dos nutrientes vai aumentando. Por isso, deve-se priorizar alimentos Podemos perceber que muitos idosos deixam de comer alimentos mais consistentes, optando por outros de consistência pastosa, como sopas, chás, torradas, etc. É importante estimular a mastigação e o consumo de uma dieta completa e balanceada. Caso o idoso tenha algum tipo de doença é necessário ter um acompanhamento individual, com aporte nutricional adequado. No geral, é importante consumir alimentos de grupos variados, na consistência adequada, conforme a capacidade que o idoso tenha de mastigar os alimentos. Além disso, comer de forma fracionada, evitando assim a sensação de empaturramento. Outro ponto a ser ressaltado, é o consumo de água, muitos idosos não sentem sede ou não desejam beber líquidos devido a incontinência urinária, podendo correr riscos relacionados a desidratação e problemas renais. Se a alimentação for adequada, a saúde estará presente em todas as fases da vida. | |||||||||







